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@BorgesHand18 Resultados ???? E onde estão os investimentos ??? Uma liga nacional de 3 times fortes ?? como jogar no nível dos europeus ??
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Leia a Coluna do Buda no site falando sobre a Confederação Brasileira...www.handsport.com.br
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@DiogoHubner Boa cabeça...muita saúde pra você e agora para os seus ombros...saudades...Folhas
Entrevista exclusiva com Fábio Vanini PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Administrator   
Ter, 14 de Julho de 2009 18:02



Confira a entrevista exclusiva com o atleta de handebol do E.C. Pinheiros, Fábio Vanini. Nesta entrevista, Fábio fala da sua passagem por um clube europeu, sobre sua volta ao Brasil e a conquista do Paulistão 2009 no início deste mês, além de outros assuntos muito interessantes.

HS: Você teve uma experiência fora do País neste ano. Qual era o país e o nome do Clube?

Fábio: Passei meia temporada na Suíça, de 15/12/08 até 25/05/09, no clube Grasshopper Zurich.

HS: Como foi a temporada para o seu ex-clube e como foi o seu desempenho na competição?

Fábio: Cheguei na Suíça para tentar ajudar o Grasshopper a sair do rebaixamento. O clube estava em último lugar de 12 equipes e com 0 pontos. No meu primeiro jogo, conseguimos um empate e no segundo vencemos, porém em um lance de contra ataque, o goleiro do time adversário saiu do gol para interceptar a bola e acabou me atingido, me deixou afastado por 6 semanas com uma fratura no dedão do pé direito. No retorno, o clube apresentou um treinador novo para equipe 3 meses antes do término da competição. O time melhorou mas não foi suficiente para escapar do rebaixamento. Entre algumas dificuldades e principalmente a questão da comunicação, avalio como muito proveitosa a experiência de vida que tive, mas o meu desempenho na competição não foi o mais satisfatório. Gostaria de mais tempo para melhor adaptação. 

HS: Qual a maior diferença técnica entre o nosso handebol e o dos europeus?

Fábio:
Acho que a diferença está na competitividade e na quantidade de bons jogos que as equipes fazem no ano. A organização facilita muito. São 4 ou 5 divisões. A Liga Nacional A, que é a divisão especial e a que eu joguei pelo Grasshopper, tem 12 equipes com alto nível de competitividade, além de ter algumas equipes que também disputam competições pela Europa. Tecnicamente não temos nada de diferente, a diferença fica mesmo na evolução do jogo através da quantidade de jogos bons que os atletas fazem e naturalmente evoluem.

HS: Qual a maior diferença estrutural e financeira entre o handebol europeu e o handebol brasileiro?

Fábio: Acho que a maior diferença fica na parte da organização e da popularidade do esporte. Se o Brasil tivesse uma política para o esporte com mais igualdade entre as modalidades e desenvolvimento competitivo para as mesmas, o Brasil poderia ser a maior potência esportiva no mundo, dado a sua extensão geográfica e a quantidade de talentos desperdiçados espalhados pelo mundo, por falta de apoio e as vezes nem as mínimas condições.

HS: Você está de volta ao Brasil após meia temporada no handebol europeu, certo!? Como você descreve esta readaptação?

Fábio: Sim, eu sabia que tinha um contrato de 6 meses na Europa com a possibilidade de estender ou não. Então, voltar para o Brasil já era uma condição. Eu me apeguei muito à Suíça, às pessoas, ao ritmo de vida. Mas, no final, o ambiente estava muito triste por causa do rebaixamento do time e, quando cheguei ao Brasil, já cheguei treinando, jogando e carregando comigo um pouco desse sentimento que eu trouxe da viajem.

HS: Voltou ao Brasil sendo Campeão Paulista pelo E.C.Pinheiros. O que representou mais este título na sua brilhante carreira profissional?

Fábio: Ter sido campeão Paulista pelo Esporte Clube Pinheiros, trouxe a alegria de estar em quadra no Brasil novamente.
Agora, quero aproveitar esse embalo para voltar ao ritmo da vida em São Paulo e já pensar na preparação da próxima competição com o Pinheiros.

HS: Como está a Equipe do E.C.Pinheiros para este segundo semestre?

Fábio: Esta bastante forte e focada com um grupo renovado e bastante jovem. Esteve também abalada com o susto do acidente do nosso amigo, o ponta esquerda Marcelo Didier que esta se recuperando.

HS: O que você espera da Liga Nacional deste ano?

Fábio: Não sei o que esperar da Liga esse ano, além de jogos. É uma competição oficial de nível nacional que o ano passado apresentou 6 equipes para competir. A Liga tinha que ser a competição mais forte e mais bem divulgada do nosso Handebol e, infelizmente, não é isso que acontece.

HS: Se você tivesse o poder em suas mãos, o que faria para que o handebol alcance o status de uma grande modalidade?

Fábio: Para o Handebol atingir um status de grande modalidade, precisaria conquistar títulos como Olimpíadas e Mundiais que são as duas competições mais forte para o nosso cenário. Então, trabalharia na reestruturação da organização do handebol visando atingir esse objetivo a longo prazo.

HS: Fábio, que recado gostaria de deixar para os Amigos da Handsport?

Fábio:
Continuem acompanhando o site que sempre está trazendo notícias diferenciadas do nosso esporte aqui no Brasil, dando mais espaço para nós atletas falarmos com liberdade e aproximando cada vez mais os amantes e praticantes do Handebol. Não percam a Liga Nacional que começa agora em agosto!! Um abraço a todos! Até mais.

 



Comentários (2)
  • emilio  - parabens handsport.
    um abraço a vcs. do handsport e que seus objetivos para maior divulgaçao desta modalidade seja alcançada com o maior sucesso.

    um abraço a todos


    pai do vanini

    obs; na vida nada é IMPOSSIVEL é só ACREDITAR.

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